
Luz apagada
Homem é um bicho visual. Gosta de ver a sua cara safada, gosta de se ver entrando em você. Luz apagada é broxante, perde grande parte da diversão. Se você está gorda, o cara já percebeu isso horas atrás. Se ele quer te comer assim mesmo, deixe a luz acesa para ele se divertir com as suas gordurinhas.
Voz de neném
Aquela mulher que há 5 minutos gritava “mete gostoso”, "vem jegue, me arromba toda", "me enche de porra", "me dá um tabefe", agora repousa no seu ombro falando como se tivesse 6 anos de idade?
Em algum momento das preliminares, falar com voz de neném pode ser até aceitável, mas depois de uma foda selvagem e 3 orgasmos é no mínimo, babaca.
Ai, para que tá doendo.
Vamos lá filha, você sabe, eu sei, e a torcida inteira do Flamengo também sabe que você não é virgem, então não precisa fingir dor que não existe. Exceto em situações em que o cara é um jumento, o seu charminho de menininha virgem virará uma mania chata pra caralho. Então antes que o cara ache que está comendo a sua uretra, nem comece com isso. Você está lá pra trepar, não pra fazer amor.
Foda em close favorecedor
A mulher é tão insegura, mas tão insegura que escolhe a posição não pelo prazer, mas pela estética da situação. A posição tem que favorecer a ela e não expor aquela gordurinha/celulite/estria que só ela enxerga, porque em sua mente deturpada, o cara ficaria a foda inteira reparando justamente naquilo. Ou seja, o homem não tem poder algum nem na escolha das posições e fica a foda inteira a mercê da noção estética de uma neurótica.
O silêncio mortal
A mulher não precisa ser uma porn star, não precisa gemer feito um porco indo pro matadouro e nem ser um ótimo exemplo de síndrome de Tourette, mas nenhum homem gosta de sentir que está comendo um frango assado em tamanho gigante. Então meninas, aprendam: A boquinha de vocês não serve só pra chupar, ok!?
Nojinho
Cama não é lugar de nojinho. O cara está lá de coração aberto e pau duro, disposto a fazer qualquer coisa (desde que não precise botar seu próprio rabo a jogo) e se depara com uma mulher cheia de nojinho na cama. É de declarar a noite perdida. Qual a graça de comer uma mulher que tem nojo de chupar um pau? A gente sabe que o bicho não é visualmente agradável, mas daí a ter nojo é uma ofensa pessoal.
Amor, vamos fazer um 69?
Nem tudo que é bom pode ser misturado. Duas coisas fantásticas quando juntas, podem se tornar uma grande catástrofe.
Provavelmente o 69 fora inventado por adolescentes com pouco tempo disponível na casa de um dos dois e na pressa de fazer tudo antes que os pais chegassem, tiveram que agilizar as delícias fazendo tudo ao mesmo tempo.
Não digo que 69 é ruim, óbvio que não, você está levando uma chupada, como isso pode ser ruim!? Mas porque não fazer uma coisa de cada vez? Você é chupado, goza, depois você chupa e faz gozar. Pronto, não é bem melhor assim?
O brigadeirão
Assim como chupar sem encostar os dentes, bater punheta também é uma arte, então se não é o seu forte, não se esforce tanto no que você ainda terá que praticar muito para pegar a manha. Bater punheta tem que ser de coração, tem que ir com vontade e estar muito feliz fazendo aquilo. Não esfregue o pau do cara como se estivesse enrolando brigadeiro. Você está fazendo isso errado!
Propaganda enganosa
Não há problema nenhum em fazer propaganda de si mesma. Se você for uma máquina do sexo, excitar o cara ao máximo antes do ato é uma ótima tática. O que não quer dizer que você deva fazer se na hora do fatality aquela mulher antes louca e selvagem na cama não passar de palavrinhas mentirosas encobrindo uma frígida adepta do papai-e-mamãe e só.
Higiene? Que isso?
Isso não deveria nem estar sendo escrito, deveria ser básico, mas infelizmente não é. Meninas, lavar a Grace Kelly com Dermacyd só não é o suficiente. Não esqueçam que quando forem ao banheiro, devem sempre se lavar, e não se limpar com papel. Cair de boca numa menininha rosinha e fresquinha é uma delícia, mas engolir pedacinhos de papel mijado não!
Fonte: Testosterona
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