
Segundo os dicionários Aurélio e Houaiss, ambas as formas são aceitas. Dilma Rousseff prefere ser chamada de presidenta. Mas apesar do gosto da ilustríssima senhora, devemos obedecer e sempre dar prioridade às regras da forma da língua portuguesa culta.
Na gramática da língua portuguesa existem os particípios ativos como derivativos verbais.
Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de existir é existente.
Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, adicionamos à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte.
Portanto, a pessoa que preside é PRESIDENTE, e não "presidenta", não importa o sexo que tenha.


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