
Você aí que tá com esse bundão sentado na cadeira, que tal fazer algo diferente e realmente bacana neste Natal?
Pessoal, nessa vida, a gente passa por 3 fases:
1) Quando acreditamos no Papai Noel.
2) Quando deixamos de acreditar.
3) Quando nos tornamos Papai Noel!
Já pensou em ir a qualquer agência dos Correios e pegar uma das 1,7 milhões de cartinhas de crianças pobres e ser o Papai ou Mamãe Noel delas?
Os pedidos são inacreditáveis. Tem criança pedindo cesta básica, material escolar, remédio, colchão, cadeira de rodas, uma blusa de frio para a avó, emprego para a mãe... e brinquedos, claro...
Os Correios fazem uma pré-seleção das cartinhas com pedidos óbviamente possíveis e as coloca a disposição para "adoção".
Você pode escolher a cartinha com o pedido que esteja dentro de suas possibilidades financeiras.
Segundo os Correios a maioria dos pedidos não custa nem R$ 20,00.
Será mesmo que não cabe no seu orçamento de Natal? Vinte pratas? Isso você gasta fácil na lanchonete do palhaço...
É só pegar a carta, comprar o presente e entregar numa agência dos Correios até dia 20 de Dezembro. Os Correios fazem a entrega gratuitamente.
"Pô Luiz, há pouco tempo você meteu o pau no Criança Esperança, dizendo que você não é obrigado a sustentar criança miserável. Mudou de idéia?"
Não mudei de idéia não. O sustento básico de crianças miseráveis é obrigacão do governo, não minha, nem sua (está na constituição). É para isso que eu, você e todo mundo pagamos impostos. E continuo achando o Criança Esperança uma campanha pra lá de suspeita. A minha obrigação, aliás a nossa obrigação (nós adultos) é atender na medida do possível os pedidos feitos pelas crianças ao Papai Noel, uma vez que fomos nós adultos que metemos esse mito cretino na cabeça das crianças e as fizemos acreditar numa coisa que temos certeza que não existe. Então é obrigação nossa sim!
11/12/2012